Difteria: principais informações

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Esta é mais uma doença cuja melhor defesa é a prevenção e que está quase erradicada.

Por Dr. Jacyr Pasternak, infectologista do Hospital Israelita Albert Einstein / CRM SP 11 034

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É uma doença transmissível que atinge as amígdalas, faringe, laringe, nariz e, por vezes, outras regiões como pele e mucosas. Pode afetar pessoas que não são vacinadas, principalmente durante o outono e inverno.

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A difteria normalmente acomete a garganta e pode obstruir a respiração, mas ela também produz uma toxina que lesa o miocárdio e os nervos periféricos. Pode causar dor de garganta, inchaço nos gânglios linfáticos e fraqueza.

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Há a difteria cutânea, a nasal, a amigdaliana e a laríngea. Existem também nomes antigos para a difteria, como crupe, mas está em desuso.

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Difteria é causada por uma bactéria parasitada por um fago, Corynebacterium diphtheriae.

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Por meio de gotículas (tosse, espirro, fala) e também por lesões na pele.

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O diagnóstico é feito com a coleta de secreção de nasofaringe para cultura, pelo exame bacterioscópico, cultura a partir das lesões, e pela análise clínica.

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O tratamento fundamentalmente é com o soro antidiftérico. Antibióticos são secundários no tratamento, mas são usados até para evitar contaminação.

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A prevenção é a vacina. Quem entra em contato com a bactéria pode tomar antibióticos profiláticos enquanto a vacina não atinge níveis protetores.

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