Rubéola: principais informações

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A rubéola está praticamente erradicada, mas pode gerar sérios problemas para as grávidas

Por Dr. Jacyr Pasternak, infectologista do Hospital Israelita Albert Einstein / CRM SP 11 034

Título: O que é?

Uma doença causada por vírus. Contagiosa, representa pouca gravidade para adultos, entretanto é capaz de causar malformações em fetos, principalmente se for contraída no primeiro trimestre da gravidez, com algum risco até o segundo trimestre. Também é conhecida como Sarampo Alemão.

Título: Sintomas

A rubéola causa:

  • Febre baixa;
  • Inchaço dos gânglios atrás dos ouvidos, atrás da cabeça e cervical;
  • Manchas vermelhas na pele (exantema maculopapular).
Título: Tipos

Só existe um tipo de rubéola, porém quando ela afeta mulheres grávidas, pode desencadear algo chamado Síndrome da Rubéola Congênita, que é a transmissão do vírus da mãe para o bebê durante a gravidez, parto ou amamentação. Não há tratamento para essa síndrome e ela pode causar sérias sequelas na criança.

Título: Causas

A rubéola é causada por um vírus do gênero Rubivírus, da família Togaviridae.

Título: Transmissão

Durante um período de 5 a 7 dias antes e depois do surgimento das manchas avermelhadas na pele (exantemas), o vírus pode ser transmitido por meio de secreções expelidas ao tossir, respirar ou falar.

Título: Diagnóstico

Exames laboratoriais são utilizados para identificar a rubéola, principalmente o exame de sangue.

Título: Tratamento

Não há medicação para rubéola.

Título: Prevenção

A vacina é extremamente efetiva, aplicada rotineiramente em crianças na rede pública e, dessa forma, a rubéola congênita está praticamente extinta.

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